Veja o que a IA diz da sua marca. E mude a resposta.
Cada resposta do ChatGPT, do Gemini e do Perplexity é uma venda a decidir-se, e hoje decide-se sem ninguém ver. O Tracker mostra, todas as semanas, onde a sua marca está a ganhar e onde está a perder compradores, porquê, e o que fazer para virar a resposta a seu favor: da pergunta do comprador ao visitante que chega ao site.
Nota: todas as capturas nesta página mostram o produto real com dados de demonstração. O cliente monitorizado (Cliente Exemplo), os concorrentes, os domínios e os números são fictícios.
~1,2×
Visitantes vindos de IA convertem acima do orgânico. E as conversões via IA cresceram +6.432% num ano.
-58%
O clique da primeira posição do Google cai para menos de metade quando há um bloco de IA na página. A venda decide-se dentro da resposta.
62%
Das marcas da primeira resposta desaparecem à segunda pergunta do comprador. Quem sobrevive ao seguimento fica com a shortlist.
Fontes: NetElixir 2025 · Ahrefs, 300.000 keywords, Fev 2026 · Clovion, 69.120 conversas B2B, 2026. O número da sua marca, medimo-lo nós: da resposta ao visitante, antes e depois de cada acção.
Correr os modelos é a parte fácil. O resto é a stack.
Qualquer ferramenta faz perguntas a um modelo. O Tracker corre dez sistemas de recolha e análise que se cruzam na mesma leitura semanal, e é essa profundidade que não se copia num fim-de-semana.
01 · MOTOR DE AUDITORIA
Doze motores e superfícies, dois modos por motor (memória do modelo vs pesquisa web ao vivo), todas as semanas, com histórico completo. É a série temporal que mais ninguém tem sobre o seu mercado.
02 · MONITOR DE IMPRENSA, COMUNIDADE E SOCIAL
A imprensa portuguesa lida todos os dias, mais Reddit com comentários, Hacker News, fóruns portugueses e as redes (YouTube, LinkedIn, Instagram, TikTok, X), nas salas que importam para a sua marca. Cada menção classificada por relevância e sentimento, e cruzada com o que os motores citaram: separa ruído de fonte que decide compras.
03 · ANÁLISE DE CRAWLERS
Os robots de IA (GPTBot, ClaudeBot, PerplexityBot) a visitar o seu site, cruzados com a visibilidade nas respostas. Vê a máquina a lê-lo antes de o citar.
04 · GRAFO DE FONTES
Que domínios alimentam as respostas da sua categoria, com co-citação, e o sítio exacto dentro da plataforma: o subreddit, o canal, o perfil, a página de reviews. Não dizemos “entra no Reddit”; dizemos em que sala, com a contagem de respostas que ela alimentou.
05 · MOTOR DE ENTIDADE
Wikidata, Knowledge Panel, schema, sameAs: como as máquinas identificam a marca enquanto entidade. É a camada que decide se os modelos a fixam na memória.
06 · RADAR DE CONCORRÊNCIA
Dossier por concorrente: onde aparece, que fontes o alimentam, movimentos, preços observados e o mapa de perceção presença × narrativa.
07 · OBSERVATÓRIO DE COMÉRCIO
Os carrosséis de compras dentro dos assistentes, observados como um comprador os vê: título, marca, comerciante, preço, avaliação, posição e o selo de patrocinado, item a item. O que nenhuma API mostra, visto pelos olhos do comprador.
08 · PROVA POR ACÇÃO
Cada acção concluída fica com data e leitura de citação antes vs depois. O plano não é uma lista de tarefas: é um circuito fechado com medição.
09 · MOTOR DE OPORTUNIDADES
Uma camada de inteligência própria lê todas as respostas da semana e converte lacunas em plano: cada oportunidade nasce de uma fonte medida, mapeada às 8 dimensões SINAL e a 4 horizontes, com severidade e esforço.
10 · MODELOS PREDITIVOS DE MERCADO
Os nossos sistemas aprendem com os dados que recolhemos todas as semanas: registam fontes, cruzam camadas, detectam padrões antes de virarem tendência. É daí que saem insights sobre posicionamentos por ocupar: recomendações que ainda não estão em nenhum manual, porque nascem do seu mercado.
O Tracker não é um painel. É um agente inteligente a trabalhar para a sua marca.
Todas as semanas, sem ninguém lhe pedir: mede, lê, explica, decide o que importa e prepara as peças, com um objectivo só: mais compradores a escolherem a sua marca quando perguntam à IA. Cinco coisas que ele faz e que não vai encontrar noutro produto:
Explica cada resposta
Cada resposta traz o porquê escrito: porque citou a sua marca, ou porque citou o concorrente e a si não, com a evidência dessa resposta (as fontes, a via, quem aparece). Não é uma pontuação; é a razão.
Separa as linhas de negócio
A visibilidade partida pelas suas linhas: a urgência não se mistura com a maternidade, nem o posto de combustível com a energia. Taxa por linha, quem domina cada uma, e onde está a perder receita às cegas.
Verifica os factos
O que a IA afirma sobre a sua marca, confrontado com os factos registados: preços, moradas, características, condições. Divergência detectada vira correcção accionável antes que um comprador a leia.
Mede por persona
As perguntas não são genéricas: pertencem a personas do funil, o decisor, o técnico, o comprador local, cada uma na sua fase. A visibilidade lê-se por persona, e o foco de segmento decide-se com essa lente.
Entrega as peças prontas
Cada acção do plano pode sair como a peça final: o texto corrigido, o bloco de dados estruturados, o email de contacto com assunto. A sua equipa aplica; não decifra.
Medimos onde os seus clientes realmente perguntam.
Auditoria semanal automática nos sete. Não uma estimativa: a resposta real que cada motor dá.
Memória de treino (o que a IA sabe de si sem internet) e pesquisa web ao vivo (o que responde quando pesquisa). O contraste entre os dois diz-lhe se o problema é a entidade da marca ou a presença na web.
Perguntas reais, organizadas por persona (CEO, CMO, decisor técnico, comprador) e por fase de funil (topo, meio, fundo), com prioridade às de fundo de funil, as que convertem.
Veja tudo num painel vivo, não num PDF mensal.
Cada resposta de cada motor, guardada por semana, com citação, posição, sentimento e os concorrentes detectados nessa resposta.
Search Console, visitas de bots de IA ao seu site e um painel de correlação entre visibilidade e tráfego, lado a lado.
Relatório mensal em PDF e digest semanal por email, com os destaques e uma acção da semana. Exportação CSV de tudo.
As ferramentas globais medem um mercado genérico. Este mede o seu.
"Conhecer o mercado" não é slogan: é uma lista de coisas verificáveis, e cada uma muda o que os números dizem.
Medido de Portugal
As perguntas correm daqui, nas superfícies localizadas: o que um comprador português vê, não o que uma API devolve a um datacenter noutro país.
Perguntas de comprador, não traduções
“qual o melhor ferro de engomar até 50 euros”, escritas como cá se escreve. Uma lista traduzida mede um mercado que não existe.
A concorrência portuguesa pelo nome
O sistema distingue agência de software, comparador de loja, par directo de adjacente, e o share of voice só conta quem disputa o mesmo contrato.
Descobertas que só existem aqui
Quem decide as recomendações a compradores portugueses está muitas vezes fora de Portugal; há fichas de produto por traduzir; há compradores enviados para a Amazon espanhola. Medimos isto, com data.
E está em curso o primeiro estudo publicado sobre como a IA recomenda produtos em Portugal, com protocolo aberto antes da recolha: o capítulo de comércio →
A sua concorrência, mapeada ao detalhe.
Cada nome que a IA menciona é classificado: concorrente directo, ferramenta ou media. Não confundimos uma ferramenta de SEO com um rival seu.
Em que motores aparece, as fontes exactas que alimentam as citações dele (o mapa de onde a recomendação nasce), as perguntas onde ele aparece e a sua marca não, excertos reais de como a IA o descreve e a tendência de share of voice, semana a semana.
Serviços que anuncia, a quem vende, temas de conteúdo, canais onde está activo (blog, LinkedIn, podcasts, imprensa, reviews) e movimentos. Só factos com fonte.
Cada marca posicionada por quanto aparece e por como é descrita: líderes, nicho, controversos, retardatários.
Dizemos-lhe onde há espaço para ganhar.
Nem tudo está ocupado. Parte das perguntas e das fontes da sua categoria ainda não tem dono. O Tracker encontra esse território e avisa-o quando ele muda.
Onde a IA ainda não recomenda ninguém. Quem chegar primeiro com conteúdo citável fica com a resposta. As de intenção de compra vêm marcadas como prioridade.
Os domínios que os motores citam na categoria e onde nenhum concorrente domina: as portas de entrada mais baratas.
O ângulo que ninguém ocupa nas respostas, com fundamentação nos dados da semana.
Avisamos quando um concorrente entra numa pergunta que era sua, quando aparece um nome novo nas perguntas de compra, ou quando uma pergunta livre ganha dono.
Fechamos o ciclo: da análise à prova.
Cada pergunta livre tem um botão Atacar: gera o brief do conteúdo que a pode ganhar, com título, estrutura e as fontes onde plantar presença.
Plano de acções a quatro horizontes, nas oito dimensões do método SINAL. Cada lacuna ligada a uma acção concreta, com severidade e esforço.
Cada acção concluída fica com data, e o painel mostra a citação antes e depois. Resultados medidos, não prometidos.
- Técnico
- Conteúdo
- Entidade
- Autoridade
- Social
- Autoridade on-site
- Medição
- Posicionamento
- Horizonte 1Semana 1 a 2
- Horizonte 2Semana 3 a 6
- Horizonte 3Semana 7 a 12
- Horizonte 490 dias e além
O seu site, lido como a IA o lê.
Além de medir onde é citado, o Tracker audita o que os motores encontram quando chegam ao seu site: a fundação uma vez, e depois página a página, sem tecto prático: um site de 2 000 páginas é analisado por rondas que continuam sozinhas.
Robots, llms.txt, dados estruturados, entidade: cada sinal abre e explica-se: o que é, se se resolve directamente ou depende de terceiros, e o prompt de correcção já escrito.
Cada página recebe duas notas, técnica (o crawler consegue ler?) e de resposta (responde ao que promete?), com os problemas concretos e a correcção à medida.
O que se repete no site aparece agregado: um título duplicado em 500 páginas é um problema de template, corrige-se uma vez. A lista filtra-se por problema e partilha-se por link.
Os padrões emergentes, markdown para agentes, Content Signals e descoberta, medidos como preparação, fora da nota: dizemos-lhe o que aí vem sem inflacionar o que conta hoje.
Quem vende online leva mais uma camada: o agente de compras lê preço, stock, prazo de entrega e devoluções nos dados, não na página. Medimos a taxa de preenchimento numa amostra espalhada por todo o catálogo, e depois produto a produto. Num catálogo de 10 000 referências, o que conta não é a página com sorte, é a percentagem, que é onde o Merchant Center reprova.
Software e marcas locais.
SaaS, software, plataformas, sites e e-commerce. Quando o comprador pergunta à IA pela categoria, quer ser uma das marcas que aparece.
Clínicas (incluindo dentárias), restauração, turismo e comércio. Quando alguém pergunta pela melhor opção na zona, a sua reputação e a sua ficha de Google decidem se entra na resposta.
Perguntas frequentes.
O que é o Visibility Tracker?
A ferramenta da destaque.ai que mede, semana a semana, onde uma marca aparece nas respostas de doze motores e superfícies de IA, e que transforma cada lacuna numa acção. Vem incluído no acompanhamento da destaque.ai.
Medem pela API ou pelo que o utilizador vê?
Pelas duas vias, de propósito, porque medem coisas diferentes. Os sete motores de linguagem são medidos pela via directa, nas mesmas condições todas as semanas, sem memória nem personalização a contaminar: é isso que torna a série comparável no tempo. As superfícies de pesquisa (Google AI Overviews, AI Mode, Copilot) são recolhidas como um utilizador em Portugal as vê, página real e localizada. E por cima corre o observatório: sessões na aplicação verdadeira do ChatGPT, no meta.ai e na Alexa for Shopping da Amazon, com conta dedicada, que registam o que só lá existe, o carrossel de compras, os preços mostrados, os itens patrocinados. É a camada que vê o que nenhuma API mostra. Quem mede tudo por um método só está a somar coisas que não se somam.
Que motores de IA são monitorizados?
ChatGPT, Claude, Gemini, Grok, DeepSeek, Mistral e Perplexity, mais os AI Overviews e o AI Mode do Google e o Copilot da Microsoft, mais o Meta AI e o Rufus da Amazon. Os motores correm em dois modos: memória de treino (o que a IA sabe da marca sem internet) e pesquisa web ao vivo (o que responde quando pesquisa). As superfícies são sempre ao vivo, porque é assim que a pessoa as vê.
Que métricas acompanha?
Citation rate, share of voice, posição média e evolução semanal, sobre perguntas reais de comprador organizadas por persona e fase de funil. Cada resposta fica guardada na íntegra, com citação, posição, sentimento e concorrentes detectados.
Garantem posições nas respostas da IA?
Não, e desconfia de quem garanta. Ninguém controla a resposta de um modelo. O compromisso é outro: medição transparente e verificável, com o antes e depois de cada acção registado no painel.
Como recebo os resultados?
No painel, atualizado a cada auditoria semanal, num relatório mensal em PDF e num digest semanal por email com os destaques e uma acção da semana. Tudo é exportável em CSV.
Funciona para marcas locais?
Sim. Para clínicas, restauração, turismo e comércio, a reputação inclui Google Reviews e Google Business Profile, e as perguntas medidas são as que os clientes fazem sobre a zona.
As capturas nesta página são de um cliente real?
Não. Mostram o produto real com dados de demonstração: o cliente monitorizado (Cliente Exemplo), os concorrentes, os domínios e os números são fictícios.
Sem posições garantidas.
Não prometemos lugares nas respostas da IA. Ninguém controla a resposta de um modelo, e desconfia de quem disser o contrário. O nosso compromisso é outro: medição transparente, semanal e verificável, cada lacuna ligada a uma acção, e o antes e depois de cada acção registado no painel.
Veja onde está nos motores de IA.
Preencha e tratamos do resto. Analisamos o pedido, corremos a auditoria e enviamos o relatório. Não é automático nem instantâneo: cada auditoria são centenas de perguntas reais aos motores, e olhamos para elas antes de lhe mandarmos seja o que for.
Veja o seu ponto de partida.
O Diagnóstico mostra onde está hoje nos doze motores e superfícies, contra quem, e o que faríamos primeiro. O Tracker vem incluído no acompanhamento da destaque.ai.













