Seis funções, e o que cada uma entrega na primeira semana.
Quase todas as marcas que medimos já têm equipa de marketing. O que não têm é quem saiba porque é que o assistente nomeia o concorrente: nos 45 SaaS B2B que auditámos, 96% não tinham sequer política declarada para os crawlers de IA. Estas seis funções entram na equipa que já existe, por seis semanas ou por seis meses, e levam a medição com elas: onze motores todas as semanas, no mesmo painel que nós vemos.
Seis funções, e o que cada uma faz na primeira semana.
A primeira semana está escrita de propósito. É o que separa contratar uma competência de contratar uma promessa: ao fim de cinco dias há uma coisa feita, e essa coisa é a mesma para toda a gente que entra nesta função.
Líder de GEO
Desenha o plano das oito dimensões e decide a ordem: o que se corrige primeiro, o que se publica, a quem se faz pitch. Responde pelo número que a marca quer mexer.
Semana 1: Lê a medição das últimas semanas, nomeia as três perguntas onde a marca perde, e escreve o plano por horizontes.
SEO técnico
A fundação que o GEO usa: HTML extraível sem JavaScript, schema.org correto, llms.txt e robots para os crawlers de IA, Core Web Vitals, indexação.
Semana 1: Corre o scan do site, separa o que impede um motor de ler a página do que apenas o atrasa, e corrige o primeiro grupo.
Editor de conteúdo técnico
Escreve as peças que os motores citam: comparações honestas, dados originais, respostas diretas à pergunta que o comprador faz. Português europeu, registo sóbrio.
Semana 1: Pega na pergunta com pior taxa de citação e escreve a peça que responde a ela, com a fonte à vista.
Digital PR e entidade
O que está fora do site e decide se a marca existe para um motor: imprensa, podcasts, presença em diretórios, Wikidata, coerência do nome em todo o lado.
Semana 1: Levanta onde a marca é nomeada hoje, onde devia estar, e abre a primeira lista de contactos.
Analista de medição
Liga o GSC, o GA4 e o Bing, separa o tráfego que vem de assistentes de IA, e responde à pergunta difícil: isto deu receita?
Semana 1: Liga as integrações que faltam e escreve a leitura do que já lá estava e ninguém tinha lido.
GTM e operação comercial
Leva a visibilidade até ao funil: que perguntas valem dinheiro, como se passa de menção a conversa, o que a equipa comercial faz com um lead que chegou por uma resposta de IA.
Semana 1: Mapeia as perguntas medidas por etapa de decisão e nomeia as que tocam em receita.
Três formas. A duração é que muda.
Sprint
Seis semanas, entregável nomeado
Um problema fechado, com uma pessoa nossa a resolvê-lo e a deixar o método escrito. Acaba com uma entrega e com a equipa do cliente a saber repetir.
Serve quando: Há um buraco identificado e ninguém interno com tempo para o fechar.
Parcial
Dois dias por semana, mínimo três meses
A pessoa entra na rotina da equipa: reuniões, revisões, plano. Não é consultoria vista de fora, é trabalho feito de dentro, com o resto da semana livre para outros clientes.
Serve quando: Há trabalho contínuo mas não dá para justificar uma contratação a tempo inteiro.
Dedicado
Tempo inteiro, mínimo seis meses
A pessoa trabalha só para uma marca, com o apoio da nossa equipa por trás: o que ela não souber, alguém cá dentro sabe, e isso não se fatura à parte.
Serve quando: O GEO passou a ser uma frente permanente e a marca ainda não quer contratar.
As condições, antes de as perguntar.
Saída com trinta dias, acabado o mínimo
Os mínimos de três e seis meses existem porque abaixo deles o trabalho não chega a render. Cumprido o mínimo, sai-se com trinta dias de aviso e sem penalização.
Escolhemos nós quem entra, e podemos dizer que não
A conversa começa pelo problema, não por currículos. Se não tivermos quem sirva para aquele problema naquela altura, dizemos, em vez de mandar quem está livre.
A medição vai incluída e não se fatura à parte
Quem aluga uma pessoa nossa recebe o acesso ao Periscopy do mesmo dia. É lá que se vê o que ela mudou, semana a semana, sem depender do relatório que ela própria escreve.
Cada modelo fecha com um entregável nomeado
O sprint acaba com uma entrega e com o método escrito para a equipa repetir. Horas registadas sem nada a mostrar no fim são a forma mais cara de comprar tempo.
Quatro variáveis decidem o valor.
Uma tabela de preços por perfil daria um número errado a toda a gente: o mesmo editor custa uma coisa seis semanas e outra seis meses, e um líder de GEO que também responde pela equipa do cliente não é o mesmo produto que um par de mãos. Quatro coisas decidem o valor, e dizemo-las antes de propor: o perfil, a senioridade, a duração e se há exclusividade.
O que não varia é o acesso ao Periscopy, incluído nos três modelos.
Trinta minutos para saber se faz sentido.
Diga o que quer resolver e quem já tem a fazê-lo. Saímos dessa conversa com três respostas: qual dos modelos serve, que perfil entra, e o que ele entrega na primeira semana. Se a marca não precisar de ninguém nosso, dizemos isso e fica por ali.